Depoimento de Mônica Moura põe Dilma sob suspeita de obstrução da justiça

O depoimento de Mônica Moura, mulher e sócia do marqueteiro João Santana, pode render à ex-presidente Dilma Rousseff uma nova acusação de crime de obstrução à Justiça, que é inafiançável e prevê pena de até 8 anos de prisão. Mônica revelou esquema de Dilma para avisar a ela e ao marido e a Marcelo Odebrecht, segundo suspeita a força-tarefa, sobre os movimentos da Lava Jato na direção deles.

A força-tarefa dedicará uma fase da Lava Jato apenas para eventuais iniciativas de Dilma, como presidente, para atrapalhar a investigação.

Dilma é acusada de obstruir a Justiça ao condicionar a nomeação de um ministro do STJ ao compromisso de soltar presos do Lava Jato.

Dilma também responde por tentar obstruir a Justiça nomeando Lula como ministro, a fim de impedir eventual ação do juiz Sérgio Moro.

É um dos poucos crimes que rendem cadeia. Delcídio Amaral (ex-PT-MS) foi o primeiro senador preso sob a acusação de obstruir a Justiça.

CLÁUDIO HUMBERTO

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