RELATOR DA REFORMA TRABALHISTA QUER TEXTO EM 'ACORDO' COM O PLANALTO

 
Cenário de tumulto na semana passada, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado retomou em tom conciliatório, ou menos ríspido, na manhã desta terça-feira (30), a discussão do projeto de lei (PLC 38) de “reforma” trabalhista.

Um acordo envolvendo o presidente do colegiado, Tasso Jereissati (PSDB-CE); o relator do texto, o também tucano Ricardo Ferraço (ES); o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), e Paulo Paim (PT-RS), pela oposição, jogou a votação para terça-feira que vem (6), contrariando o governo, que quer urgência para votar a matéria. Mas há divergência quanto à fórmula adotada pelo relator, que não mexeu no texto vindo da Câmara, apenas "sugeriu" mudanças, que poderiam ser feitas via medida provisória pelo Executivo. Qual governo?, perguntam os oposicionistas.

Até o anunciado acordo, os parlamentares poderiam votar hoje o parecer do relator, de 74 páginas, que há uma semana, diante de tumulto na sessão da CAE, mesmo sem apresentação formal foi considerado como lido pelo presidente da comissão. A oposição contestou, pedindo mais debate para o relatório. Os oposicionistas rejeitam aprovar um texto sem alterações, só com "sugestões".

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