Doria, sobre ambição de ser presidente: ‘Não vou dizer que não’

 
  O prefeito de São Paulo, João Doria, declara que não deixará o PSDB e não disputará prévias para a candidatura presidencial contra seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin. Mas também diz que não se fará de rogado se o partido o escolher para concorrer ao Palácio do Planalto. Em relação à definição do mês de dezembro como prazo para a escolha do candidato tucano à Presidência, um pleito de Alckmin que, sabidamente, desfavoreceu o prefeito, Doria esquiva-se de tomar posição. “É bom para o PSDB ter um candidato escolhido já no início do próximo ano”, diz. Em entrevista a VEJA, o prefeito afirmou que suas incessantes viagens país afora decorrem de sua função de vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos — e não de sua condição de virtual candidato. Sobre inspirações na política, disse mirar os presidentes Emmanuel Macron, na França, e Mauricio Macri, na Argentina, “agentes transformadores” com “ideias novas, sentimento patriótico, força e determinação para cumprir seus objetivos”. A seguir, os principais trechos da entrevista.
 
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