Na Saúde Pública, a ‘pena de morte’ continua

Em maio de 2015, no artigo “Falta de vagas em UTIs: ‘pena de morte’ para trabalhadores/as” (leia o artigo na Internet), escrevia: “A Saúde Pública encontra-se em estado de descalabro total. É um caos generalizado. É uma situação de calamidade, que clama por justiça diante de Deus. A omissão de socorro por falta de vaga em UTIs é uma realidade de todo diAa.
Em agosto de 2016, no artigo “Uma desumanidade gritante: a ‘pena de morte’ na Saúde Pública” (também, leia o artigo na Internet), de novo escrevia. “Infelizmente, essa realidade não mudou, continua a mesma”.
Hoje, em agosto de 2017, sou obrigado, mais uma vez, a dizer a mesma coisa. “Na Saúde Pública, a ‘pena de morte’ continua”; por causa da demora no atendimento, da estrutura física precária, da carência de recursos e equipamentos e, sobretudo, da falta de vagas em UTIs

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